O furo de reportagem: Você não pode melhorar o que não pode medir. Uma organização deve medir com precisão as emissões de GEE e a pegada de carbono para melhorar sua perspectiva de sustentabilidade ambiental.
Aqui está um conjunto interessante de estatísticas:
99% das empresas do F500 relatam ser "conscientes da sustentabilidade" ou a mencionam como uma prioridade em suas declarações de metas.
Pouco mais de 60% assumiram compromissos para reduzir as emissões, com graus variados de abrangência. Uma meta comum é atingir a neutralidade de carbono até 2050, mas a maioria das empresas não tem roteiros de descarbonização ou metas de redução intermediárias.
E menos de 15% definem metas de redução de longo e curto prazo de acordo com os padrões corporativos derivados da ciência climática mais recente.
Esses números contam uma história simples. A sustentabilidade é muito falada, mas a maioria das empresas não investiu tempo e dinheiro nesse objetivo. A criação de uma linha de base de pegada de carbono é a primeira etapa de alto impacto na jornada de sustentabilidade de qualquer organização, e esse exercício atinge diversas metas de lucratividade e gerenciamento de riscos.
A terminologia da contabilidade de emissões pode parecer complexa, mas, ao final deste artigo, você verá que os fundamentos da contabilidade de emissões de GEE são relativamente intuitivos. É apenas uma questão de dividir as diferentes áreas de impacto de uma organização em partes menores e mais fáceis de serem digeridas.
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